Curiosidade: Os Bandeirantes que nunca saíram do papel...

Dizem que um projeto de sucesso, leva até aproximadamente 10 variações do modelo original... o projeto da aeronave Bandeirante superou em muito estas expectativas.
Dentre as muitas variações que já mostramos neste blog, existiram mais algumas que "não saíram do papel", ou seja, foram esboçadas (em maquetes também), porém jamais produzidas. Estes foram os casos do Bandeirante Pressurizado e do Bandeirante à jato.
No primeiro caso, além de uma pressurização de 2,5 psi, ideal para uma altitude de vôo entre 15 e 20 mil pés, com um desempenho em vôo de cuzeiro na ordem de 490 km/h (265 nós), possuia capacidade para até 19 passageiros a bordo e uma alteração na cauda em "T". O motor projetado seria o PT6A-65, com potência de 1.173 shp, a 1.700 RPM. Este projeto acabou gerando mais tarde o Emb-120 Brasília.

Clique nas imagens para ampliar.
 

No segundo caso, o Bandeirante teria seus motores turbo-hélices substítuídos por duas pequenas turbinas tipo "fan", cauda também em "T" e, no local antes ocupado pelos motores, seriam instalados "pods" aerodinâmicos para comportar o trem de pouso e alguns aviônicos. Também possuiría um índice médio de pressurização interna.

4 comentários:

  1. Caro Manoel, que bom que vc gostou do meu Blog. Voei e tenho saudade daquela época de Rio-Sul! Muito bacana seu Blog sobre o E-110. Quando eu fazia coleção de tudo que era relacionado a aviões, a "menina dos olhos" da coleção eram os cartões com instruções de saída de emergência dos aviões. Da minha coleção, muita coisa eu dispensei, mas os cartões eu guardei! Do E-110, não tenho nenhum, e foi legal ver a imagem de tantos deles no seu Bolg. Parabéns pelo trabalho e bons voos para você. Um abraço, Roberto www.betocarva.blogspot.com

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  2. Obrigado Cmte. Roberto, que bom que gostou. Pois é... os cartões, não sei se você pode notar, são todos de cias. aéreas de outros países. Ainda falta colocar alguns de cias. nacionais, mas já estamos providenciando. Esteje à vontade para interagir conosco e, se surgir alguma história (ou "causo", como dizem os mineiros) sobre o bandeco, não hesite em relatar aqui no blog. :)
    Um abraço e novamente obrigado pelo comentário!

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  3. Faltou dizer que o Bandeirante deu origem ao Xingú, que por sua vez, deu origem ao Brasília. O Xingú usava suas asas e motores, e Nelson Piquet teve um, salvo engano. Era pressurizado.

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  4. Sim Pedro, mas o post é sobre aqueles projetos de Bandeirante que não saíram do papel... O Xingu e o Brasília foram produzidos e comercializados. ;)

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