Conheça as versões fabricadas do Bandeirante.

Versões do Bandeirante:
EMB-100 Protótipo
Denominação dada pela Embraer aos 3 protótipos do projeto IPD/PAR 6504 do CTA, devendo-se resaltar que o 3º protótipo  (PP-ZCN) foi inteiramente fabricado após a criação da Embraer, basicamente com as mesmas especificações do projeto original, porém equipado com um laboratório voador para pesquisas de sensoriamento remoto. Motor turbo-hélice  de 550 HP Pratt & Whitney Canada PT6A-20, janelas ovais e capacidade para oito passageiros. Primeiro vôo em 26 de outubro de 1968.

EMB-110 (Militar)
É a versão básica do Bandeirante, para 10 ou 12 passageiros. Com motores PT6A-27 de 680 HP, com naceles redesenhadas para alojar completamente o trem de pouso. Recebeu a designação C-95 na FAB. Primeiro vôo em 9 de agosto de 1972. Comprimento da fuselagem de 13,74 m e peso máximo de 5.300 kg.

EMB-110 A (Laboratório)
Versão de calibragem de auxílios de navegação do EMB-110 com até seis passageiros/operadores. O conjunto console/painel é fixado em trilhos, de maneira idêntica às poltronas, permitindo a remoção rápida e fácil e consequente utilização da aeronave para outros tipos de missão. Recebeu a designação EC-95 na FAB.

EMB-110 B
Conhecido na FAB como R-95, é uma versão de aerofotogrametria do C-95, com câmeras Zeiss ou Wild e aviônicos adicionais. Possui duas aberturas para as câmeras no piso. Capacidade para até 5 passageiros/operadores.

EMB-110 B1
As mesmas características do EMB-110 B, mas possibilitando sua rápida transformação em um confortável avião executivo para oito passageiros, com poltronas reclináveis, mesas para secretária, lavatório e pequena cozinha.

EMB-110 C
Transporte civil e comercial. O acabamento interior segue, em linhas gerais, o mesmo do EMB-110, sendo alterado apenas o arranjo das poltronas. Para quinze pasageiros (podendo variar de 12 a 16 lugares).

EMB-110 C/N
As mesmas configurações do EMB-110 C, porém com instalação de equipamentos de degelo nas asas, hélice, empenagem, tomada de ar das turbinas e pára-brisas. Modelos construídos inicialmente a pedido da Marinha do Chile.

EMB-110 E
A versão "executiva" do Bandeirante. Com interior sobriamente decorado, é dotado de "galley" completa, com geladeira, forno, "container" para refeições e compartimento apropriado para bebidas diversas. Ainda no interior, o toilette, o guarda-roupas e o toca-fitas, para o bem estar de sete passageiros acomodados em quatro poltronas individuais e um sofá lateral de três lugares. O primeiro foi fabricado em 1974.

EMB-110 E/J
Mantém as linhas gerais do EMB-110 E, apresentando diferenças apenas no arranjo interno, de modo a acomodar de oito a dez passageiros, com assento especial para uma comissária.

EMB-110 F
Versão original para transporte de cargas leves, com piso reforçado, de modo a suportar uma carga distribuída de 450 kg/m2 e com uma porta ampla de 1,30m x 0,85m.

EMB-110 K1
Projetado para operar como cargueiro militar, podendo ser utilizado como transporte de pára-quedistas. Com capacidade para 1.650 kg, teve sua fuselagem alongada em 0,85 m (total de 14,60 m) e utiliza turbinas PT6A-34 de 750 HP. No lado esquerdo da parte alongada foi instalada uma porta de carga e uma extra de passageiros/tripulação. Designado como C-95 A pela FAB,  pode comportar até 20 pára-quedistas.

EMB-110 P
Modelo comercial de alta densidade, desenvolvido para um melhor aproveitamento das linhas de terceiro nível, com capacidade para 18 passageiros, com bagageiro aumentado para um volume de 2,0 m3. Conta também com um compartimento para toilette com vaso sanitário higienizável.

EMB-110 P1
Possui as mesmas características do EMB-110 K1, para transporte de passageiros ou carga. Pode transportar até 20 passasseiros e pode ser transformado rapidamente em um cargueiro. A entrada e saída de passageiros é feita por uma porta/escada dianteira que abre para fora.

EMB-110 P1K
Modelo de conversão rápida do EMB-110 K1/C-95A com carga útil semelhante. Designado C-95B pela FAB.

EMB-110 P1 SAR
Versão SAR de socorro do C-95B, com acomodações para 6 macas.

EMB-110 P1A
Versão civil, com melhor isolamento acústico, diedro dos estabilizadores horizontais em 10º e outras alterações.

EMB-110 P2
Alongado para passageiros. É basicamente o mesmo modelo do EMB-110 K1, porém fabricado exclusivamente para o transporte de passageiros. Mantém a porta traseira "padrão" dos demais Bandeirantes, possuindo também a porta dianteira. Oferecido em duas configurações básicas, para 18 e 21 passageiros. Além de toillete isolado, pode ser equipado com uma pequena "galley", porta casacos e assento para a comissária. Possui também 3 saídas de emergência e amplo bagageiro de 2,0 m3, com capacidade para até 240 kg.

EMB-110 S1
Versão para sensoriamento remoto e prospecção geofísica, com maior volume de tanque interno na asa, sensores eletrônicos e uma haste de magnetômetro na cauda.

EMB-111 A
Versão militar destinada às missões de reconhecimento, busca e salvamento marítimo. O modelo leva no nariz um potente radar de busca (AN-APS-128), cuja antena é colocada em um radome especial, capaz de detectar uma pequena traineira de pesca, em mar agitado, a cerca de 100 km de distância. Operando com radar metereológico, o equipamento oferece um alcance de 370 km. Para buscas noturnas, possui um farol na asa direita de 50 milhões de candelas. Possui também tanques auxiliares nas pontas das asas, aumentando sua autonomia para mais de 10 horas de vôo. Foi projetado para oferecer aos 5 tripulantes o maior conforto possível nos vôos de longa duração. Foi designado como P-95 na FAB.

EMB-111 A/N
Mesma versão do modelo anterior, com substituição de alguns equipamentos e instalação de sistemas de degelo, fabricados a pedido da Marinha do Chile.

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